domingo, 31 de outubro de 2010

Aju

Estou contando os dias para as férias de 2011.
O que muda este ano é que vou passar o Pré-Cajú com a Lu. Sinto dizer que ela também vai sentir falta do Carnaval Bahia. De todo modo tenho certeza que vamos nos divertir.
Dançar com o Psirico, deixar o Chiclete levar, altas risadas... prometi que este ano nada de tomar Príncipe. kkk
Pensar nas praias limpas de Sergipe, as águas e os Canyons de São Francisco, o escondidinho de mandioca, o calçadão perfeito pra caminhar, as tardes ensolaradas.
Este ano também será mais emocionante, vamos aprender kite surfe com o Getúlio. Ai que ansiedade!!
Em janeiro estaremos aí!
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quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Tentando compreender

      3 Palavras não saem da minha mente.
                           Compreensão - Escolhas - Entendimento

Fui ao Dicionário Houaiss:
Compreensão - percepção, entendimento; domínio intelectual de um assunto; complacência, indulgência.
Entendimento - compreensão, percepção; juizo, opinião; combinação, consenso.
Escolha - predileção, opção; eleição.

Não sei por que, mas não fiquei muito satisfeita, mas vamos lá.
Até fui atrás do Dicionário Psicanalítico, mas não esclareceu muita coisa. Mas olha só, achei duas palavras interessantes.

Egocentrismo - Atitude psicológica, normal na segunda infância, caracterizada por uma ausência de distinção entre a realidade pessoal e a realidade objetiva. Quando persiste no adulto, atitude do individuo cuja concepção do mundo tem como ponto de partida sua própria personalidade.
Empatia - Capacidade de compreender e interpretar as manifestações da vida psíquica alheia. A empatia é empregada frequentemente como sinônimo de introjeção e incorporação.

Comecemos as divagações...

Pensei o seguinte, percebi que ultimamente tenho tentado compreender algumas atitudes das pessoas, mas confesso que não as entendo.
E pra mim, entender e compreender são bem diferentes. Parece que entender é pegar de fato a essência do fato, "o por quê?"; já compreender me parece algo mais sutil, ligado ao ator e não ao ato em si, pode ser de repente perceber "pra que", isso é, o que significa pra pessoa.
Mas confesso que posso compreender, mas não entender algumas pessoas.
E compreender significa não julgar, parece mais aceitar que a pessoa tem os motivos dela. Se colocar no lugar dela e tentar sentir junto. Tá, isso é empatia.
Agora o que tá me matando é saber que me julgo, mas posso compreender as outras pessoas.
E as escolhas entram aí, pois se eu resolvo ter atitudes esgoistas - o que pode até ser normal no ser humano, mas convenhamos, bastante infantil e primitivo - se eu resolvo satisfazer somente o meu desejo, não sou capaz de compreender e muito menos entender meu ato.
Não me vejo em direito de julgar as pessoas, mas bem que seus atos tem sido bastante incoerentes pra mim.

Deve ser isso, de uma forma ou de outra essas escolhas terão consequências, boas ou más.
Espero que essas escolhas sejam as melhores para essas pessoas, assim como a minha escolha de expressar meus sentimentos seja frutífero pra me livrar dessas projeções.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Inquietação

Vejo pessoas à minha frente, pessoas incomodadas, pessoas distantes, perdidas em si.
O que me cabe à vida das pessoas? Qual meu lugar na vida de quem me deixa entrar em sua subjetividade?
Desejo obter respostas, mas não sei onde buscar... dentro de mim? Fora de mim? Em todos os lugares ou em lugar nenhum?
Até que ponto me cabe as questões alheias? Até que ponto as minhas questões cabem às demais pessoas? A busca pela Psicologia parece se encaixar em minha busca pelo sentido da vida, minha visão de mundo é ampliada e também compartilhada, mas até que ponto não tem sido minha fonte de sublimação?
Quero ter opções, incertezas e pensamentos... minhas escolhas são acompanhadas de angústia.
Como bem colocado por Heiddeger:
                            
                                     "A angústia reside no puro fato de existir; o simples ser-no-mundo"

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Hoje acordei com vontade de escrever

Quando mais nova eu costumava escrever bastante, porém com o tempo esta prática se tornou pouco frequente.
Atualmente escrevo no caderno que foi feito pela minha querida irmã Dora, com certo tom de desabafo e intimidade. Acredito que aqueles escritos não poderiam ser publicados.
Acontece que hoje acordei com uma especial vontade de escrever e uma inspiração celestial. Acredito que seja uma espécie de desabafo, pois o que escrevo aqui reflete parte do meu ser.
Ser este em contante modificação e eternas dúvidas, essa ansiedade por respostas talvez seja um dos motivos de minha inspiração.
Resolvi criar este blog para que seja um espaço onde eu possa escrever o que tenho vontade e ao mesmo tempo trocar informações com as pessoas, assim posso ir construindo minha identidade através de vivencias e compartilhamento.
Não pretendo expor minha vida para além de uma sutil fresta de minha subjetividade, somente o suficiente para que conheçam alguns aspectos do meu modo de ser, para quem me conhece pode ser uma forma de conhecer um pouco mais.
No momento sem mais...